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Preço da energia elétrica pode ter novo reajuste

Diante de uma seca histórica nos principais reservatórios de usinas hidrelétricas e do risco de um novo racionamento no País, o governo estuda criar uma faixa, mais cara, no sistema de bandeiras tarifárias da conta de luz ou elevar o valor já cobrado hoje no patamar mais alto – a bandeira vermelha 2.

Uma vez que as distribuidoras já sentem os efeitos do aumento dos custos da geração de energia, a possibilidade já está no radar do mercado financeiro. Os reajustes nas tarifas dos consumidores são feitos apenas uma vez por ano, mas os valores repassados mensalmente das cobranças das bandeiras não estão sendo suficientes para cobrir toda a despesa para a compra de energia. Assim, para as empresas, há um problema de descasamento entre o que precisam pagar agora e o que estão recebendo dos consumidores.

A avaliação no governo, agora, é que é necessário dar um sinal claro aos consumidores de que a geração de energia está mais cara. Neste mês, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acionou a bandeira vermelha patamar 2, que representa cobrança adicional de R$ 6,243 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

No setor elétrico, a avaliação é que esse patamar mais alto terá de ser mantido até o fim do ano.


Como alternativa, o avanço da energia solar no país (6º lugar na matriz elétrica brasileira) – via leilões para grandes usinas ou pela geração própria em indústrias, comércios, residências, propriedades rurais e prédios públicos – é fundamental para reduzir o chamado “custo Brasil”, com uma energia elétrica mais competitiva aos brasileiros, reduzindo a ocorrência das bandeiras vermelhas na conta de luz da população e diversificando o suprimento de energia elétrica do País.


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